01 maio 2008

Cinemateca 05/08

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Alguns sublinhados de Maio:

Dia 02 - 15h30 - NINOTCHKA de Ernst Lubitsch
Dia 02 - 21h30 - VERTIGO de Alfred Hitchcock
Dia 08 - 15h30 - REFLECTIONS IN A GOLDEN EYE de John Huston
Dia 08 - 21h30 - À BOUT DE SOUFFLE de Jean-Luc Godard
Dia 13 - 19h00 - L’AVVENTURA de Michelangelo Antonioni
Dia 14 - 21h30 - UNDERGROUND de Emir Kusturica
Dia 19 - 19h00 - THE NAKED SPUR de Anthony Mann
Dia 20 - 19h00 - LA RAGAZZA CON LA VALIGIA de Valerio Zurlini
Dia 24 - 21h30 - PICK-UP ON SOUTH STREET de Samuel Fuller
Dia 28 - 15h30 - A STREETCAR NAMED DESIRE de Elia Kazan
Dia 30 - 15h30 - DESIGNING WOMAN de Vincente Minnelli

Balanço Abril - 0

30 abril 2008

Hummm...

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Parece que nem a imagem, nem o som.

29 abril 2008

Jell-O on springs!

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Jerry: Will you look at that! Look how she [Marilyn Monroe] moves! It's like Jell-O on springs! Must have some sort of built-in motor or something. I tell you, it's a whole different sex!

Some Like it Hot (Billy Wilder, 1959)

(As pernocas são de Jack Lemmon e Tony Curtis)

25 abril 2008

Mode: Edit #42

Fotogramas escolhidos a dedo. Puras coincidências... ou talvez não.

Imagens de filmes e recordações cinéfilas.

Alien (Ridley Scott, 1979)

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Blade Runner (Ridley Scott, 1982)

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24 abril 2008

Indie + Cannes 2008

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Começa hoje o Indie Lisboa! Trata-se da 5ª edição do Festival de Cinema Independente, que vai decorrer de 24 de Abril a 4 de maio, com a exibição de 238 filmes de 40 países. O Indie 2008 abre com a antestreia de My Blueberry Nights, de Wong Kar Wai, um filme que inaugurou o Festival de Cannes do ano passado.

Por falar em Cannes, já foi revelada a lista dos vinte candidatos à Palma de Ouro deste ano. Entre eles, os últimos filmes realizados por Clint Eastwood, Steven Soderbergh e Wim Wenders. Fora de competição, destaque para Vicky Cristina Barcelona, realizado por Woody Allen e o quarto Indiana Jones, de Steven Spielberg. O Festival de Cannes decorre de 14 a 25 de Maio e o júri é presidido pelo actor norte-americano Sean Penn.

A lista dos filmes:

24 City, de Jia Zhangke
Adoration, de Atom Egoyan
Che, de Steven Soderbergh
Changeling, de Clint Eastwood
Delta, de Kornel Mundruczo
La Frontière se L'aube, de Philippe Garrel
Gomorra, de Matteo Garrone
Il Divo, de Paolo Sorrentino
Leonera, de Pablo Trapero
Linha de Passe, de Daniela Thomas e Walter Salles
My Magic, de Eric Khoo
La Mujer Sin Cabeza, de Lucrecia Martel
The Palermo Shooting, de Wim Wenders
Serbis, de Brillante Mendonza
Le Silence de Lorna, de Jean-Pierre e Luc Dardenne
Synecdoche, New York, de Charlie Kaufman
Üç Maymun (Three Monkeys), de Nuri Bilge Ceylan
Un Conte de Noël, de Arnaud Desplechin
Waltz With Bashir, de Ari Folman

23 abril 2008

22 abril 2008

Escrita casual

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Há dias assim. Em que descubro que mais um blog de que gostava, parou. Ou encerrou. Infelizmente, têm sido mais do que esperava. E a par desses fechar de portas, assisto também à morte lenta de outros interessantes projectos. Um texto aqui, uma imagem ali. A adiar o que, se calhar, é inevitável. Porque também aqui, neste "mundo", há ciclos. Porque somos todos reais por detrás destas linhas que escrevemos. E há outras vidas. Outros projectos. Não. O wb ainda não terminou. Nem está a fechar a porta. Não hoje. Mas admito que já estive mais longe de o fazer.

Edit (23 de Abril): Afinal a escrita casual só parou. Uma espécie de respirar fundo.

21 abril 2008

The Darjeeling Limited

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Quando, há uns anos, entrei numa sala de cinema lisboeta para ver The Tenenbaums desconhecia por completo o nome de Wes Anderson. Mas, aos primeiros minutos, fui seduzida por uma família disfuncional, apresentada em capítulos. Wes Anderson virava as páginas do seu livro imaginário e mostrava-se senhor de um universo único. Pleno de pormenores visuais, de gags repetidos, de personagens que tinham tanto de bizarria como de ternura. Um universo habitado pelo pouco convencional, situado num tempo e espaço muito próprios. Porque a Nova Iorque dos Tenenbaums é uma cidade diferente, tal como a Índia dos Whitman nos parece perdida no tempo. Quase parada, arriscaria, caso não fosse o ritmo marcado por um comboio muito particular. The Darjeeling Limited.

É nesse comboio, que podia ter o nome de Belafonte, que os irmãos Whitman se (re)encontram, um ano após a morte do pai, para embarcarem numa viagem espiritual e de auto-descoberta pela mítica Índia. Um cenário que pode ser diferente das anteriores viagens de Wes Anderson, mas que nos leva ao mesmo local. Tenenbaum, Zissou, Whitman, nomes diferentes para os mesmos seres disfuncionais. Num filme que quer ser sentido, porque todo ele é emoção.

Aqui, neste filme que foi beber inspiração a The River, mantém-se ainda outra das particularidades que me atraem no mundo de Anderson. O pouco. O muito que se diz com quase nada. Um gag que se repete - aquelas malas, aquele cinto. As metáforas visuais. Os silêncios e tudo o que não passa pelos diálogos imensos. E depois há a música que acompanha este track movie (road movie?), enriquecida por The Kinks ou as melodias de clássicos do cinema indiano e de um realizador que ainda não descobri, Satyajit Ray.