27 julho 2007

Mode: Edit Especial I

Fotogramas escolhidos a dedo. Puras coincidências... ou talvez não.

Imagens de filmes e recordações cinéfilas.

Foot massage anyone?

Pulp Fiction (Quentin Tarantino, 1994)

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From Dusk Till Dawn (Robert Rodriguez, 1996)

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Jackie Brown (Quentin Tarantino, 1997)

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Kill Bill: Vol. 1 (Quentin Tarantino, 2003)

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Death Proof (Quentin Tarantino, 2007)

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E ainda...

It Should Happen to You (George Cukor, 1954)

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Lolita (Stanley Kubrick, 1962)

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The Big Lebowski (Joel Coen, 1998)

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26 julho 2007

Aimee

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E foi de pura magia.

A voz que nos habituámos a ouvir em histórias cantadas, em versos de vidas. A postura em palco. A simpatia que não soa forçada. A inteligência de não tentar falar português só para agradar. Um sorriso que parece estranho porque ela costuma soar triste, melancólica.

Não ouvi Mr. Harris, mas tive Momentum - a minha música preferida de Magnolia. Foi uma bela surpresa, pois não costuma fazer parte do repertório. E também um belo «momentum» de desarmante naturalidade quando todos se enganam ao fim dos primeiros versos. Aimee ri e lembra o público que a música não estava bem ensaiada.

1... 2... 3... 4... começam os acordes de novo.

Dois encores. Volta mais vezes!

PS - Basta clicar na fotografia para ver Momentum! Obrigado à Helena pelas fotografias e ao Nuno pelo vídeo!

25 julho 2007

Today is the day!

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PS - Continuo a torcer para que Mr. Harris faça parte do repertório... embora duvide.

24 julho 2007

Oh yeah!

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Ia esperar pelo trailer para colocar aqui o poster... mas o Francisco antecipou-se!

Trata-se do novo filme de Wes Anderson, The Darjeeling Limited, e mal posso esperar para o ver!

EDIT: Cliquem na imagem!

Lei das compensações

Depois de mais de dois (incompreensíveis) anos de espera para poder ver Manderlay em terras lusas.

Depois de ter desistido de esperar e ter comprado o DVD no Reino Unido.

A Atalanta abre os olhos e edita o filme de Lars von Trier em DVD.

E ainda resolve, em conjunto com a Medeia Filmes, fazer um ciclo do realizador que inclui... Manderlay.

Atentos, os senhores.

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Ainda assim, aqui fica a informação sobre o ciclo:

Cinema King (Lisboa) - Preço único €3.50


26 de Julho – Quinta-feira


EPIDEMIA - 14h00/19h20

O ELEMENTO DO CRIME - 16h40/22h00


27 de Julho – Sexta-feira


O REINO I (1ªparte) - 15h00

O REINO I (2ªparte) - 18h15

O REINO I (1ªparte) - 21h30

O REINO I (2ªparte) - 00h15


28 de Julho - Sábado


EUROPA - 14h00/16h40/19h20/22h00

DOGVILLE CONFESSIONS - 00h15


29 de Julho - Domingo


MANDERLAY - 13h40/16h20/19h00/22h00

Conversa com Rui Pedro Tendinha (crítico de cinema)
e Vera San Payo de Lemos (dramaturga) após a sessão das 19h00



30 de Julho – Segunda-feira


O REINO II (1ªparte) - 15h00

O REINO II (2ªparte) - 18h15

O REINO II (1ªparte) - 21h30

O REINO II (2ªparte) - 00h15


31 de Julho - Terça-feira


OS IDIOTAS - 14h00/19h20

DANCER IN THE DARK - 16h40/22h00


1 de Agosto – Quarta-feira


ONDAS DE PAIXÃO - 18h15

DOGVILLE - 15h00/21h30

23 julho 2007

Ainda Death Proof!

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Statement 1: o quarteto nº2 é infinitivamente melhor do que o quarteto nº1.

Statement 2: ela rouba todas as cenas em que aparece!

22 julho 2007

Death Proof

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Pam: Is that cowboy wisdom?

Stuntman Mike: I'm not a cowboy, Pam... I'm a stuntman.

De todas as imagens que compõem Death Proof, a minha escolha recaíu no melhor boneco - Stuntman Mike - composto pelo ícone dos anos 80, um greasy cool Kurt Russel. Porque esse boneco é, de facto, o melhor que Tarantino nos oferece por detrás de todas aquelas curvilíneas mulheres e citações cinéfilas.

Sir Alfred Hitchcock costumava dizer que self-plagiarism is style e o realizador que nos deu Reservoir Dogs, Pulp Fiction, Jackie Brown e Kill Bill, aprendeu bem a lição. Se nos filmes anteriores, deu nova vida a referências que lhe marcaram a vida de cinéfilo, injectando cultura pop em diálogos rápidos e palavrosos, trazendo de novo à vida símbolos de outras eras e homenageando os seus géneros favoritos, agora Death Proof recicla tudo isso até ao limite.

Aqui não há subtileza nem piscadela de olho. Há uma mais do que assumida homenagem, perto de uma tentativa de renascimento de um género que marcou uma época muito particular - o fenómeno Grindhouse. A diferença é que Tarantino vasculhou esse cinema imundo e sórdido, mas acaba por não não sujar realmente as mãos. Há riscos na película, há saltos na projecção, há defeitos cromáticos, há o roçar da agulha no vinil, há um som cru solto pelo ar... mas tudo isso é pensado, criado, estudado, propositado. É um vintage artificial.

Mas eu sou fã de Tarantino...

E tudo isto não me surpreende, diverte-me. Aqueles diálogos que já ouvi com outras palavras e temas, aquele anseio pela próxima música da banda sonora, na esperança de descobrir outro tema que estava perdido no esquecimento, aquele look anos 70 de carros de linhas rectas, aquelas piscadelas ao seu próprio universo - isto é Tarantino.

Impossível não esboçar um sorriso ao telemóvel que soa a twisted nerve, o carro de amarelo vivo e riscas pretas, os planos de pés femininos, o estirar lânguido num sofá, as foot massage, a referência a Zatoichi, o xerife que fala com o "son number 1", o fato de cheerleader que diz vipers, as tasty beverages, a jukebox que nos mostra Misirlou e a dupla de Daryl Hannah que roubou o namorado de Abernathy... isto é Tarantino.

As críticas mais negativas que surgem acerca deste projecto a meias com Robert Rodriguez são as mesmas críticas, talvez mais ácidas, que li na altura de Kill Bill. Normalmente, acusam Tarantino de falta de originalidade e de depender demasiado de outros universos cinéfilos que são revisitados e copiados com um ar moderno e kitsch. Não vou negar que compreendo a natureza dessas críticas mais mordazes, mas enquanto vejo um Tarantino completamente divertido a fazer o que faz, a respirar cinema por todos os poros... não lhe consigo levar a mal. Ele que continue a divertir-se e a divertir-nos, mas espero que o próximo filme seja algo brilhante... pois Death Proof é (apenas) um delicioso aperitivo.

PS - Há muito tempo que não ouvia palmas num cinema (festivais à parte)!

21 julho 2007

Tête-à-Tête

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Henri Cartier-Bresson - New York, 1947