Tinha como alcunha o nome de um cão. Como o Indiana Jones. Mudou o nome assim que entrou no mundo do Cinema. Foi protagonista em quase todos os filmes em que entrou. Começou no cinema num emprego de Verão. Trabalhava em troca de algum dinheiro. E bilhetes de futebol. Tornou-se estrela de um dia para o outro. Um filme foi suficiente. Um realizador também. Com quem voltaria a trabalhar em cerca de vinte filmes. Dizia que não era actor. O que viam no ecrã, era o próprio. Considerava que tinha uma imagem a defender. Recusou fazer certos actos menos nobres. Como matar outra personagem pelas costas. Quis ser Patton. Mas não Dirty Harry. Recusou um papel no filme 1941, de Steven Spielberg. Não se deve fazer troça da II Grande Guerra, afirmou. Patriótico e conservador. Nas ideias e na política. Foi defensor da causa anti-comunista. Apoiou também políticos republicanos. Tinha uma imagem paternal, que inspirava confiança. Falava num tom baixo. Uma voz quase arrastada. E um andar muito característico. Uma anca estranha num corpo com quase dois metros de altura. Adorava tequila. Sauza Commemorativo Tequila. Perdia-se por um jogo de bridge, poker ou xadrez. Em 1978, conheceu Christopher Reeve, o super-homem. Virou-se para Cary Grant e disse - "This is our new man. He's taking over."
26 maio 2007
25 maio 2007
This is the end...
Paul Newman anunciou, aos 82 anos, o adeus aos filmes. O lendário actor diz que já não é capaz de interpretar ao nível que gostaria. Confessa ainda que começa a perder a memória, a confiança e a capacidade de improviso. São 55 anos de carreira e mais de 70 filmes que ficam para o recordar.
Para mim, os seus belos olhos azuis vão ser sempre inesquecíveis...
... tal como os seus papéis em Butch Cassidy and the Sundance Kid, Cat on a Hot Tin Roof, Torn Curtain ou Cool Hand Luke, entre outros.
23 maio 2007
Unbelievable!
Se a imagem é incrível... experimentem clicar!
22 maio 2007
21 maio 2007
17 maio 2007
Mode: Repeat #13
Eu ando pelo mundo prestando atenção
Em cores que eu não sei o nome
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo, cores...
Esquadros - Adriana Calcanhotto
14 maio 2007
Folha em branco
Lars Von Trier sofreu uma depressão no princípio do ano que o deixou "como uma folha de papel em branco". Numa entrevista ao jornal Politiken, o realizador diz ter dúvidas de que volte a filmar, até porque se sente vazio - "É muito estranho para mim, porque eu tive sempre pelo menos três projectos na cabeça".
O cineasta esteve internado para tratamento e, quando saíu do hospital, sentiu-se sem ânimo e sem vontade de trabalhar. "Não se pode fazer um filme e ao mesmo tempo estar deprimido. Dizem-me que são necessários dois anos para recuperar de uma depressão. Vamos esperar para ver". Devido à depressão, Lars von Trier acrescentou ainda que o plano de começar a rodar, em meados deste ano, Antichrist, está agora em dúvida.
Reuter 3 - 12-05-2007 19:26:47 - DENMARK-VONTRIER/DEPRESSION
Nota: Ainda este Sábado vi Manderlay, depois de me ter cansado de esperar pela sua estreia em Portugal. Pergunto-me agora pelo destino de Wasington.













