21 maio 2007
17 maio 2007
Mode: Repeat #13
Eu ando pelo mundo prestando atenção
Em cores que eu não sei o nome
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo, cores...
Esquadros - Adriana Calcanhotto
14 maio 2007
Folha em branco
Lars Von Trier sofreu uma depressão no princípio do ano que o deixou "como uma folha de papel em branco". Numa entrevista ao jornal Politiken, o realizador diz ter dúvidas de que volte a filmar, até porque se sente vazio - "É muito estranho para mim, porque eu tive sempre pelo menos três projectos na cabeça".
O cineasta esteve internado para tratamento e, quando saíu do hospital, sentiu-se sem ânimo e sem vontade de trabalhar. "Não se pode fazer um filme e ao mesmo tempo estar deprimido. Dizem-me que são necessários dois anos para recuperar de uma depressão. Vamos esperar para ver". Devido à depressão, Lars von Trier acrescentou ainda que o plano de começar a rodar, em meados deste ano, Antichrist, está agora em dúvida.
Reuter 3 - 12-05-2007 19:26:47 - DENMARK-VONTRIER/DEPRESSION
Nota: Ainda este Sábado vi Manderlay, depois de me ter cansado de esperar pela sua estreia em Portugal. Pergunto-me agora pelo destino de Wasington.
10 maio 2007
Entre aspas
O enredo não interessava de todo.
Tudo o que tentávamos fazer era que todas as cenas entretivessem.
Não conseguia seguir a história.
Vi um pouco na televisão noutro dia e ouvi algumas coisas que [Bogart] dizia e fiquei completamente baralhado.
Howard Hawks sobre The Big Sleep... no livro de cabeceira do momento: Film Noir da Taschen
09 maio 2007
Cinema em Cartaz(es)
A partir de amanhã e até 24 de Junho, cerca de 60 cartazes de cinema do período de 1904-1916, vão estar em exposição na Cordoaria Nacional, uma iniciativa que tem o nome de "Cinema em Cartaz - Colecção Internacional de Cartazes dos Primórdios do Cinema".
São cartazes de circulação e distribuição internacional do período do cinema mudo, uma colecção onde predominam os filmes europeus. O cartaz mais antigo é de 1904 e apresenta o filme La Grève, produzido pela Pathé Frères e realizado por Ferdinand Zecca.
Esta colecção de cartazes foi reunida pelo cenógrafo Joaquim António Viegas (1874-1946), que trabalhou em várias salas de espectáculos e que, dessa forma, conseguiu coleccionar os cartazes de distribuição.
08 maio 2007
Steinbeck!
Foram encontrados num armário e estiveram guardados durante 50 anos. Trata-se de um rascunho escrito à mão pelo escritor John Steinbeck e ainda de outros manuscritos.
Estes documentos pertenciam ao falecido produtor teatral Ernest H. Martin, que encontrou numa caixa, um manuscrito de 188 páginas do romance "Sweet Thursday", a sequela da obra "Cannery Row"; um outro manuscrito do livro "The Log from the Sea of Cortez", uma história que se passa durante a era McCarthy; um esboço inacabado de uma comédia musical intitulada "The Bear Flag Café" e ainda cópias em papel vegetal de 13 cartas escritas por Steinbeck desde 1953.
Os manuscritos vão ser levados a leilão pelo escritor Joel Eisenberg que, a pedido da viúva de Ernest H. Martin, analisou o conteúdo de uma caixa que seu marido guardava num armário, sem suspeitar de que se tratavam de textos inéditos de Steinbeck. O leilão da colecção realiza-se a 24 de Maio, em São Francisco, e pode alcançar o valor de meio milhão de dólares.
05 maio 2007
"It"
Don Hewes: A girl dancer has to be exotic; she has to be - a peach.
Hannah Brown: I suppose I'm a lemon!
Fred Astaire é Don Hewes, um fabuloso dançarino que acaba de ser deixado para trás pela sua companheira de dança e de vida. Para lhe provar que consegue viver sem ela, pega numa rapariga simples e diz-lhe que a vai transformar numa estrela. Claro que a rapariga não é assim tão simples... ela é Judy Garland.
Mas antes de começarem as lições, Don quer descobrir se Hannah tem "it". Pergunta-lhe, por isso, se quando ela anda na rua os homens procuram os seus olhos, se se viram quando ela passa. Face à resposta hesitante de Hannah, Don pede-lhe que ela caminhe sozinha, à sua frente.
Aos primeiros passos, nada acontece. Hannah até sorri aos cavalheiros que passam por ela, numa tentativa desesperada de provar a Don que ela tem "it". Até que, de repente, todos os cavalheiros que passam por Hannah começam a olhar para ela, deixando Don surpreendido.
O que Don desconhece é que o charme de Hannah (e de Judy) não é a beleza estonteante, mas o seu talento, sentido de humor, inteligência... e, claro, uma bela careta!
Easter Parade (1948)

















