The Frog Princess vai estrear em 2009 e será a primeira longa-metragem da Disney com uma protagonista de raça negra, a princesa do título. Ela chama-se Maddy, é afro-americana e vive em Nova Orleães, numa homenagem à cidade devastada pelo furacão Katrina em 2005. O filme é baseado numa história original, escrita por John Musker e Ron Clements, que também têm a seu cargo a realização.
John Lasseter, director criativo da Disney, fez o anúncio e deixou elogios aos dois colegas - "They've come up with an original story that is deeply rooted in the fairy tale tradition, and it's filled with great humor, emotion, and musical moments."
Quanto à banda sonora, esperam-se sons de jazz, mais uma vez em homenagem a Nova Orleães. Randy Newman é o escolhido para criar a música do filme, depois das colaborações com a Pixar em Toy Story, Bug's Life, Monsters, Inc. e Cars. John lasseter justifica a escolha - "Randy Newman brings fun and excitement to every project, and I couldn't think of a better choice to deliver some wonderful New Orleans style music."
Lasseter anunciou ainda que os estúdios vão regressar, neste filme, ao processo de animação tradicional, deixando de lado o computador.
19 março 2007
The Frog Princess
18 março 2007
Indie 2007
Já está disponível a programação do Indie!
O Festival realiza-se de 19 a 29 de Abril, em Lisboa. Muitos filmes para ver nos Cinemas King, Fórum Lisboa, Londres e São Jorge.
17 março 2007
300 irrita Irão
O Irão está irritado com o filme 300, de Zack Snyder, que recria a batalha das Termópilas, travada entre gregos e persas há 2500 anos. O país de Mahmud Ahmadinejad considera esta adaptação uma guerra psicológica dos Estados Unidos contra o Irão, que ocupa actualmente um território da antiga Pérsia.
O filme é a adaptação para o cinema de uma banda desenhada de Frank Miller, onde 300 espartanos enfrentaram e venceram milhares de persas. O jornal iraniano Ayandeh-No escreve que "Hollywood declarou guerra aos iranianos", que o filme deixa ao espectador a mensagem de que o Irão "é uma fonte de mal" e que os antepassados dos iranianos foram "assassinos selvagens e imbecis".
300 estreia em Portugal a 5 de Abril.
16 março 2007
Betty Hutton
Betty Hutton é a loira da esquerda, ao centro está Gloria Grahame que, para mim, será sempre a mulher do gangster que fica com a cara marcada nesse grande filme de Fritz Lang, Big Heat. Mas voltemos a Betty Hutton. Vi esta actriz num único filme, um filme geralmente mal-amado e que muitos não entendem como ganhou o Óscar. O filme retrata um universo que eu não aprecio especialmente - o circo - e foi realizado por Cecil B. DeMille.
The Greastest Show On Earth, é por isso, o único motivo que me leva a falar aqui de Betty Hutton. Ali, no mundo do circo foi a trapezista Holly, perdidamente apaixonada por Charles Heston. Mas, nesse filme, até é um palhaço que rouba as atenções... um inesquecível e invulgar James Stewart.
Betty Hutton morreu na segunda-feira, aos 86 anos. Nascida em 1921, tornou-se popular ao encarnar o papel de Annie Oakley no musical Annie get your Gun, de 1950. Começou a carreira como vocalista de grandes orquestras e, em 1941, assinou um contrato com os estúdios Paramount. O seu primeiro papel num filme musical foi em The Miracle of Morgan's Creek, de Preston Sturges. Depois dos anos 50, chegou o declínio. Ao exigir que o marido, Charles O'Curran, realizasse os filmes em que ela entrasse, viu a resposta negativa da Paramount e o desemprego. Voltou a aparecer, em 1980, no musical Annie, onde interpretava a dona do orfanato.
15 março 2007
Não há duas...
... sem três.
Woody Allen voltou a chamar Scarlett Johansson para um filme. Depois de Match Point e Scoop, ambos rodados em Londres, Woody e Scarlett viraram-se para Barcelona. A actriz junta-se assim a Penélope Cruz e Javier Barden, num filme ainda sem título.
Com este terceiro encontro, Scarlett torna-se a actriz mais requisitada pelo realizador a seguir a Mia Farrow, Diane Keaton e Dianne Wiest.
14 março 2007
Outro lado do Fantasporto
Entre as várias conferências de imprensa e presenças de realizadores, destaco as duas figuras mais conhecidas do grande público que passaram pelo Fantasporto 2007. Ambos de gerações diferentes mas, curiosamente, ambos conheceram a fama nos anos 80.
Henry Thomas carrega consigo o estigma do ET. Confessa que foi difícil sobreviver a tal êxito, mas que esse acontecimento também o fez ver o tipo de actor queria ser no futuro. Não é vedeta, nunca o quis ser. Questionado sobre o realizador com quem mais gostou de trabalhar, não hesita - Martin Scorsese. Ficou impressionado com tanta sabedoria cinéfila e feliz por o realizador ter sido, finalmente, reconhecido pelos Óscares de Hollywood. Mas partilha comigo a opinião de que o Óscar devia ter sido entregue já em 1980, por Raging Bull. Com estigma ou sem ele, não resisti a levar a Henry Thomas o DVD do ET para ele assinar.
Rosanna Arquette veio ao Fantasporto apresentar o seu novo filme, All We are Saying, e receber, finalmente, o prémio de Melhor Actriz, atribuído em 1990 pelo Fantas, pela participação em Black Rainbow, de Mike Hodges. Aproveitou ainda para apresentar o seu novo projecto como realizadora, God is my Co-pilot, um filme que se vai basear na história dos últimos dez dias de vida da mãe, antes de morrer com cancro. Também Rosanna Arquette não me recusou duas assinaturas.
13 março 2007
WB
Uns optam por wasted blues.
Outros preferem my wasted blues.
Esclareço que o "my" só está no endereço do blog porque a opção mais simples não está disponível.
Mas, para deixar de haver dúvidas quanto à minha localização nas listas de links...
Sou W e sou B. Sou Wasted Blues.











