30 outubro 2006

Hostel 2

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O primeiro filme tornou-se um guilty pleasure. Não foi visto em circunstâncias normais, o que ajudou ao estatuto adquirido. Hostel, de Eli Roth, marcou a minha primeira ida ao Fantasporto, em Fevereiro deste ano. Estou convencida de que o filme me teria passado quase despercebido se não tivesse feito parte do festival. Quase... porque para os distraídos existia a manobra de marketing no cartaz, ou seja, o nome de Quentin Tarantino.

Não é o meu género de filme, admito. Mas visto no ambiente do Fantasporto ganhou outro olhar. Uma sala cheia... não, repleta de um público ávido por terror e sangue (no melhor dos sentidos) foi o ambiente perfeito para ver um filme deste tipo. Não é todos os dias que ouvimos gargalhadas perante cenas tão fortes ou palmas por um maior esguicho de sangue.

Por tudo isto, aproveito para deixar aqui o teaser da (inevitável) sequela. Bem a propósito de um Halloween! Espero também poder ver Hostel 2 no próximo Fantasporto!

28 outubro 2006

Fight Bunnies Club

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Os Bunnies escolheram, desta vez, o cinema de David Fincher. Fight Club em 30 segundos!

27 outubro 2006

Super-Stamps II

Eu inventei alguns selos aqui. Hoje andei à procura dos verdadeiros. E ainda encontrei mais novidades...

Os correios norte-americanos vão lançar selos da Marvel que vão servir de complemento aos primeiros (da DC). Cada personagem de BD tem direito a duas representações - individual e num cameo. Há selos do Spider-Man, The Hulk, Namor, The Thing, Captain America, Silver Surfer, Spider-Woman, Iron Man, Elektra e Wolverine.


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DC e Marvel

26 outubro 2006

Ciclo: Cahiers du Cinéma

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Nasceu há 55 anos e é uma das mais influentes revistas de cinema do mundo. Foi nas suas páginas que surgiu a Nouvelle Vague e onde se formaram realizadores como François Truffaut, Jean-Luc Godard, Jacques Rivette, Claude Chabrol e Eric Rohmer. Os Cahiers du Cinéma apareceram em 1951 e destacaram-se pela defesa do chamado "cinema de autor" e pela valorização de cineastas como Nicholas Ray, Alfred Hitchcock, Howard Hawks, Roberto Rosselini, Fritz Lang, Jean Renoir e Kenji Mizoguchi.

A Cinemateca Portuguesa presta a homenagem, a partir de hoje, através de 20 filmes. A iniciativa decorre até 21 de Novembro na Cinemateca e também no Instituto Franco-Português. As honras de abertura cabem ao actual chefe de redacção da revista, Emmanuel Burdeau. O primeiro filme a ser exibido é Shadows in Paradise, do finlandês Aki Kaurismaki. O ciclo termina com documentário Le Cinéma des Cahiers, realizado por Edgardo Cozarinsky, a propósito da celebração dos 50 anos da revista.

Deixo a lista do ciclo:

Dia 26 - 21h30 - SHADOWS IN PARADISE de Aki Kaurismaki
Dia 30 - 19h00 - THE KING AND FOUR KINGS de Raoul Walsh
Dia 30 - 21h30 - THE RIVER de Jean Renoir
Dia 31 - 19h00 - BITTER VICTORY de Nicholas Ray
Dia 31 - 21h30 - HATARI! de Howard Hawks
Dia 03 - 19h00 - PRIMA DELLA RIVOLUZIONE de Bernardo Bertolucci
Dia 06 - 21h30 - TERRA EM TRANSE de Glauber Rocha
Dia 08 - 19h00 - FLAMMES de Adolfo Arrieta
Dia 09 - 21h30 - IL REGNO DI NAPOLI de Werner Schroeter
Dia 10 - 21h30 - A BETTER TOMORROW de John Woo
Dia 14 - 19h00 - A CITY OF SADNESS de Hou Hsiao-Hsien
Dia 20 - 21h30 - GHOST DOG de Jim Jarmusch
Dia 21 - 21h30 - LE CINÉMA DES CAHIERS de Edgardo Cozarinsky

25 outubro 2006

How do you shave in there?

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Antes de Audrey Hepburn existiu Rosalind Russel.

Antes de Stanley Donen existiu Howard Hawks.

Antes de Charade existiu His Girl Friday.

A covinha de Cary Grant... essa foi sempre a mesma!

PS - A propósito da ida à Cinemateca com o Nuno das Chronicles de Lisbonne, na segunda-feira!

24 outubro 2006

Mode: Edit #24

Fotogramas escolhidos a dedo. Puras coincidências... ou talvez não.

Imagens de filmes e recordações cinéfilas.

Monsters, Inc. (Pete Docter, David Silverman 2001)

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The Island (Michael Bay, 2005)

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23 outubro 2006

Marie Antoinette

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Marie Antoinette é um filme barroco. E pop. Sofia Coppola quis escapar ao típico filme histórico e contar a sua visão sobre a vida de uma adolescente que seria rainha de França. Um filme exigente e um projecto bastante ambicioso que se tornou o mais caro da realizadora até à data. Uma obra que mais do que escapar ao registo do filme histórico, o encena em tons rosa. Aliás, o aviso que era dado pelo trailer, onde ouvíamos Ceremony dos New Order, ganha espaço no filme, onde não só a banda sonora tem travo pop, mas também a imagem e a caracterização.

Maria Antoineta tinha 14 anos quando deixou a Áustria para entrar na corte francesa, um mundo de intrigas, opulência e luxo. Despojada, literalmente, de tudo ao entrar no seu novo país, não era mais do que um menina mimada, a quinta filha dos reis da Áustria. Uma princesinha loira, protagonista de um casamento combinado para manter a harmonia entre o seu país e a França. No entanto, Maria Antonieta não estava preparada para o papel que a história lhe tinha reservado.

Em Versailles, encontra um mundo de ostentação. Ali é uma jovem perdida, sem consciência do mundo real, para além de uma corte onde reinam as aparências, o luxo, o oportunismo bacoco e uma decadência evidente. Casada com o futuro Luís XVI, o Delfim de França, passa os dias entre rotinas que acha ridículas e a procura de formas para ultrapassar a solidão e o tédio. Presa numa união que só viria a ser consumada sete anos mais tarde, Maria Antonieta sofre pressões da mãe, que lhe lembra constantemente a fragilidade do casamento, e do povo francês que a acusa de frigidez e infertilidade.

Aos 19 anos torna-se rainha. Aos 21 é, finalmente, mãe. Mas as acusações e ódio dos franceses não diminuem, acusando-a de gastos desmesurados enquanto o povo passa fome. Maria Antonieta acabaria por encontrar um papel como mulher, mãe e rainha, mas a revolução estava nas ruas num dos períodos mais conturbados da história de França.

Entre qualidades e defeitos, o filme de Sofia Coppola teve, para mim, um grande trunfo. Deu profundidade a uma figura histórica, deu-lhe defeitos e inseguranças, deu-lhe humanidade. Quantas vezes lemos biografias ou quantas aulas de história tivémos em que os protagonistas não eram mais do que personagens. Todos aqueles feitos e episódios que nos impressionavam, mas aos quais, muitas vezes, faltava um cunho humano. Este fime faz-nos pensar em reis, rainhas, conquistadores, marinheiros, descobridores, cronistas e poetas que eram pessoas como nós. Com qualidades, defeitos, manias, inseguranças, amores, ódios. No fundo, com humanidade.

Nota: Ler também os textos do Hugo e da Helena. Porque a minha opinião também anda por lá. Porque se complementam.

22 outubro 2006

Mode: Repeat #8

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Raindrops keep fallin' on my head

And just like the guy whose feet are too big for his bed

Nothin' seems to fit

Those raindrops are fallin' on my head, they keep fallin'

(...)

Raindrops Keep Falling on My Head - B.J. Thomas