03 julho 2006

Super Bunnie

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A chegada de novas aventuras do Super-Homem ao cinema não foi só antecipada por Bollywood... eis a versão dos bunnies.

01 julho 2006

Cinemateca 07/06

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Todos os meses, sem excepção, sublinho no programa da Cinemateca Portuguesa os filmes que pretendo ir ver.

Todos os meses, sem excepção, acabo por só ir ver um ou dois... ou mesmo nenhum.

Alguns sublinhados de Julho:

Dia 01 - 11h00 - LEAVE HER TO HEAVEN de John M. Stahl
Dia 03 - 19h30 - REBECCA de Alfred Hitchcock
Dia 06 - 19h30 - MAN HUNT de Fritz Lang
Dia 08 - 19h00 - THE LUSTY MAN de Nicholas Ray
Dia 08 - 22h30 - VERTIGO de Alfred Hitchcock
Dia 14 - 22h30 - BLADE RUNNER de Ridley Scott
Dia 16 - 22h30 - REAR WINDOW de Alfred Hitchcock
Dia 22 - 15h30 - HEAVEN CAN WAIT de Ernst Lubitsch
Dia 29 - 22h00 - THE NIGHT OF THE HUNTER de Charles laughton
Dia 31 - 19h30 - CACHÉ de Michael Haneke

Balanço Junho - 1

30 junho 2006

Super Bollywood

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Bollywood não esquece as suas origens, nem quando adapta um herói tipicamente americano. O Super-Homem made in India não esquece os passos de dança nem desafina enquanto persegue os vilões e já bateu recordes, ao atingir os 15 milhões na primeira semana de exibição.

Krrish é o primeiro super-herói indiano. O filme custou cerca de 10 milhões de dólares, uma produção cara de acordo com os padrões de Bollywood, e é a sequela do blockbuster de 2003, Koi... Mil Gaya (I Found Someone), o primeiro grande filme de ficção científica do cinema indiano.

O filme conta a história do filho de Rohit, Krishna, que nasce com super-poderes, mas que desconhece esses poderes até ao dia em que segue a sua amada, até Singapura. É assim que nasce Krrish, um super-herói com roupa de couro preto e uma máscara, pronto para salvar o mundo... e a fazer frente, nas bilheteiras, à versão de Hollywood.

29 junho 2006

Sobre rodas...

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Primeiro os brinquedos ganharam vida… depois os insectos viraram artistas e os monstros (quase) assustavam... mais tarde, o mundo marinho e os peixes-palhaço, super-heróis e agora... carros! A sétima longa-metragem da Pixar faz-se à estrada em plena Route 66, a mítica estrada norte-americana que liga o país costa a costa, de Chicago à Califórnia.

Lightning McQueen é um carro de corridas novato e ambicioso que atravessa os Estados Unidos para competir na Califórnia na Taça Piston, o prémio máximo das corridas. No entanto, a viagem não corre como o esperado e Lightning acaba perdido, a meio da noite, na Route 66, despertando a atenção do xerife local que inicia uma perseguição. Lightning, atrapalhado com a fuga, faz alguns danos numa pequena cidade esquecida no deserto e fica preso, obrigado a reparar o que estragou. Detido em Radiator Springs, Lightning só pensa em escapar, até conhecer melhor os habitantes da pequena cidade.

Desde Doc, um Hudson Hornet, o velho juiz que guarda alguns segredos a Mater, um reboque que já viu melhores dias mas que se revela um amigo leal. Há ainda uma carrinha Volkswagen hippie, Ramone, um Chevrolet que muda de pintura como quem muda de camisa, Luigi, um Fiat apaixonado por Ferraris e o seu assistente Guido e ainda Sally, um Porsche de 2002, que encanta Lightning.

Mas pé no travão para não revelar muito sobre a história! O filme trás na bagagem uma moral que relâmpago aprende depressa – há coisas mais importantes que troféus, fama e corridas. Realizado por John Lasseter, que diz ter óleo a correr nas veias, Cars inspirou-se numa curta-metragem da Disney, de 1952. Foram criados mais de 40 mil desenhos para transformar pára-choques em bigodes, grelhas em bocas e pára-brisas em sobrancelhas, numa imaginação que na Pixar corre sobre rodas.

28 junho 2006

Mode: Edit #11 - Part 2

Fotogramas escolhidos a dedo. Puras coincidências... ou talvez não.

Imagens de filmes e recordações cinéfilas.

Um 'Mode: Edit' um pouco diferente após ter constatado que esta moda dos casacos amarelos com risca preta é mais influente do que julgava. Assim, depois de Bruce Lee e Uma Thurman, apresento-vos Roger Moore, Juliette Binoche e Chan Kwok Kwan.


Moonraker (Lewis Gilbert, 1979)

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Les Amants du Pont-Neuf (Leos Carax, 1991)

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Siu lam juk kau aka Shaolin Soccer (Stephen Chow, 2001)

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24 junho 2006

As fotos do cinema

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O cinema tornou-se, a partir dos anos vinte, um dos meios mais poderosos da cultura de massas. No cinema todos eram iguais, sem classes sociais que os distinguissem, todos rendidos à magia do ecrã. Deste modo, o cinema contribuiu para uma forte mudança nas normas sociais, alterando comportamentos individuais e da própria sociedade.

Nos anos vinte, Hollywood tornou-se o maior centro de produção de filmes e de ilusões. Todo o tipo de filmes que ali eram produzidos, desde os romances aos westerns, baseavam-se nos mesmos ingredientes: histórias com moral, finais felizes que fizessem o público esquecer os problemas e personagens marcantes.

Os actores e as actrizes tornaram-se, para o público, novos mitos do nosso tempo. No entanto, estes mitos estavam sob o controlo de uma poderosa indústria. Hollywood criava artificialmente um tipo de actor ou actriz que encarnasse, aos olhos do público, um modelo de beleza, bom carácter, riqueza e felicidade - star-system. O imaginário das estrelas de cinema fascinava o grande público e para manter esse fascínio, Hollywood controlava não só o seu guarda-roupa ou penteado, como também a sua vida privada. As estrelas que encarnavam seres perto da perfeição no ecrã tinham de ser também perfeitas fora dele. No entanto, as estrelas eram também seres humanos que, sujeitos a fortes pressões, acabaram por ceder ao álcool e à droga.

Hoje em dia, as reportagens dos bastidores do cinema são comuns. Os filmes, os actores e os realizadores são nos dados a conhecer através dos meios de comunicação social e são muitas as publicações especializadas sobre a sétima arte. Apesar de durante décadas se seguir com atenção o universo do cinema, a reportagem de cinema nasceu com a Magnum nos anos 50.

Em 1953, teve início a ligação entre a agência fotográfica Magnum e o universo do cinema. Nesta altura, a Magnum atravessava uma crise financeira e esta ligação significava contratos muito bem remunerados. Além disso, a reportagem de cinema combinava com a filosofia de independência criativa que a agência defendia. A Magnum entendia a fotografia como uma forma de arte, e a sua ligação com o cinema é um reforço desta ideia. Por este motivo, os fotógrafos desta agência fotográfica desde logo se distinguiram dos fotógrafos dos estúdios de cinema.

Os próprios produtores viam nestes contratos com a Magnum uma forma de fazer publicidade, pois normalmente com a Magnum existia a garantia da publicação das fotografias em publicações de prestígio como a revista norte-americana Life.

A ligação entre a Magnum e o cinema ultrapassou também as questões profissionais. Muitos dos fotógrafos da agência desenvolveram amizades e relações próximas e pessoais com as pessoas que eram objecto do seu trabalho. Existem vários exemplos dessa empatia, como Robert Capa com Ingrid Bergman e John Huston; Eve Arnold com Marilyn Monroe ou Dennis Stock com James Dean.

Um dos maiores trabalhos que a Magnum exerceu no âmbito da reportagem de cinema foi o acompanhamento que nove dos seus mais prestigiados fotógrafos empreenderam na rodagem do mítico filme Os Inadaptados, do realizador John Huston. Foi no ano de 1960, e foi a primeira vez que uma agência fotográfica era autorizada a seguir em exclusivo a rodagem de um grande filme.

As fotos da Magnum deram-nos a conhecer o outro lado das câmaras, dos filmes. Pela mão dos fotógrafos da Magnum pudemos ficar a conhecer outras facetas das estrelas de cinema, dos realizadores e dos bastidores. O cinema continua a fascinar milhões e muitas fotografias são tiradas para satisfazer a curiosidade do público. No entanto, poucas têm a magia das fotografias da Magnum... será que as estrelas já não são o mesmo?

20 junho 2006

(I)lógica visual #3

Com posters como os primeiros, porquê aproveitar outros para a capa do DVD?

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19 junho 2006

Cinema no King

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O Cinema King, em Lisboa, vai passar aqueles que considerou serem os melhores filmes estreados entre Junho 2005 e Junho 2006. De 29 de Junho a 23 de Agosto, muito cinema a €3.50

Sessões às 14h, 16h30, 19h, 21h30
Sexta, Sábado e 2ªFeira também às 00h
Excepto onde assinalado com * 14h, 17h45, 21h30