06 novembro 2008

007 - Quantum of Solace

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Nunca tinha visto um James Bond tão amargurado.
Mas tanto se podia chamar James Bond como ter outro nome qualquer.

Gosto do modernizar do personagem.
Mas tenho saudades do seu charme.

7 comentários:

Paulo disse...

Epah, eu que não sou nada fã da saga, gostei imenso deste. Mas também, com aqueles créditos de abertura ao som de Jack White, fiquei logo rendido ;-)

wasted blues disse...

Eu também gostei, acho que é um bom filme de acção! Já vejo é pouco 007...
Para o bem (era preciso modernizar a personagem e acho que o conseguiram) e para o mal (tenho saudades do charme algo canastrão, do Q, da Moneypenny... enfim do tal imaginário) ;)

looT disse...

Amargurado tem mesmo tudo a ver com o Mark Forster. A ver se vejo, mas ainda me falta ver o Casino Royale.

Cataclismo Cerebral disse...

Concordo contigo. Acho sobretudo que faz falta o charme british de outrora... Actualmente, tanto a personagem como os filmes correm o risco de perderem o seu factor de diferenciação em relação a outros filmes do género. No entanto, também tiro o chapéu à tentativa de modernização da personagem.

Abraço

wasted blues disse...

Loot: deves ver 1º o Casino Royale, pois este é uma sequela ;)

Cataclismo: ainda andas por aqui! :) Estamos de acordo!

H. disse...

Estarei sozinha a achar que este é um dos piores Bonds de sempre? Achei-o um péssimo filme, onde só se safam os créditos iniciais, sempre bons.
Gosteo bem mais do anterior, que também não achei propriamente uma obra-prima... Mas ao menos no último o 007 tinha alguma densidade. Neste é uma entediante máquina de matar.

wasted blues disse...

Helena: Se pensarmos em Quantum of Solace exclusivamente como um filme de acção, então é um bom filme de acção. Mas se pensarmos no imaginário Bond, então é como disse: tanto se podia chamar Bond como ter outro nome qualquer.

Aliás, quando leio críticas que dizem que este Bond é muito melhor que os antigos, chego apenas a uma conclusão: nunca gostaram de 007 e do que realmente caracteriza a personagem e o seu universo. Não nego a necessidade de modernização, adaptação aos novos tempos, mas não esqueço ou desprezo o historial da personagem. E, para mim, o melhor Bond de sempre continua a ser o Goldfinger!