07 abril 2007

INLAND EMPIRE

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Ia preparada para tudo.

Para o adorar, para o não compreender, para lhe procurar sentidos, para me perder nos seus sonhos e pesadelos.

Mas não ia preparada para o que não senti. Porque não me tocou.

Vejo lá os fantasmas, o onírico, o Cinema, o experimentalismo, uma fabulosa e iluminada actriz.

Mas não chegou. Não me chegou.

7 comentários:

gustavosampaio disse...

lynch em "piloto automático"?

Peeping Tom disse...

Este filme já o vi em Lost Highway-obra de puras imagens- e em Mulholland Dr.- Hollywood como tableux bizarro e trágico. A novidade, essa, está só no digital. Quanto a mim, autêntica montanha que pariu um rato.

H. disse...

não me podia preparar para isto. uma overdose de sentires.
para mim chegou, ultrapassou e pode repetir.

;)

R. disse...

Miss Wasted Blue, o que é isto? Veia de escritora? Muito bem...


R.

João Ricardo Branco disse...

É pena que tenhas saído desiludida do filme. Sobretudo a nível sensorial, ponto em que acho que o filme é fortíssimo. Não pode ter sido um fenómeno conjuntural, ultrapassável com um revisionamentozinho?? ;)

Pela minha parte, fui para «INLAND EMPIRE» à espera do melhor filme do ano (como sucede, aliás, sempre que estreia um filme de Lynch). Não esperava era um filme assim, tão monumental e transcendental. Acho que é o filme mais ousado de Lynch, e uma experiência que tem tanto de radical como de riqueza temática. É um dos filmes máximos da década.

brain-mixer disse...

Raios, essa foi uma pancada aqui nos meus neurónios... E já vou apreensivo ao vê-lo :(

Francisco Mendes disse...

Senti muito a falta de Angelo Badalamenti... :(