05 novembro 2006

Little Miss Sunshine

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Porque todos somos estranhos à nossa maneira. Porque todos somos "parte de". Porque todos precisamos de alguém. Porque todos somos vencedores e falhados. Porque todos queremos algo. Porque todos somos.

E neste road movie familiar todos são atípicos, diferentes e iguais. Cada um com a sua particularidade. Cada um tão em si no início... para se tornar um todo no fim.

17 comentários:

Hugo Alves disse...

Porque sim, ponto. Porque vivemos na sombra do que os outros esperam de nós. Porque procuramos não defraudar essas expectativas e porque, consequentemente, deixamos de ser nós para ser o que os outros gostariam que fossemos. Mas, a final e no fim de contas, somos um e esse um é unico e irrepetível. Por isso ninguém fica para trás. Porque todos contam e só entre a família (em sentido lato, para incluir amigos...) acabamos por ser nós próprios, reencontrando-nos com o eu que se perdeu em tempos idos, nascendo uma nova esperança. Porque o princípio é o fim e o fim é o princípio e nunca saímos do mesmo círculo vicioso...

o habitante disse...

Não tendo visto os filmes em que tem vindo a participar, não a conhecia, mas a interpretação da Abigail Breslin é fantástica.

wasted blues disse...

Hugo - nem mais :)

O habitante - depois de ver o filme, fui ao imdb ver quem era a Olive. Nem mais nem menos que a menina do 'Signs' de Shyamalan ;)

Miguel Marujo disse...

há uma ideia que virou slogan e que só falta virar prática. todos diferentes, todos iguais. até na tua escrita, wasted blues! simples, directa. bonita.

Joana C. disse...

é um filme muito bom, sem dúvida. acho que todos nos revemos um pouco naquela família.

Knoxville disse...

Tão simpático este Little Miss Sunshine, não é cara Wasted?

wasted blues disse...

Miguel - obrigado :) Já tantos tinham dito tanto, que resolvi dizer mais em menos...

Joana - sem dúvida! Obrigado pela tua visita, adicionei-te aos meus dreamers ;)

Knoxville - uma delícia ;)

o habitante disse...

...eu sei que isto não tem nada a ver com o que escreveste mas, ao olhar novamente para as fotos, o guarda-roupa e caracterização são extraordinários.

Joana C. disse...

Obrigada! também te adicionei à lista de favoritos no meu blog :)
Já agora aproveito para dizer que o teu cantinho na internet é muito interessante e cheio de bom gosto!

alan smithee disse...

A propósito de Little Miss Sunshine (que ainda não vi) e porque estamos no domínio do cinema independente, ja viste "Me and You and Everyone We Know", Wasted?

Em princípio este seria mais um daqueles filmezinhos alternativos que todos nós já vimos um milhar de vezes, só que "Eu Tu e todos os que Conhecemos" tem qualquer coisa indizível que faz a diferença. Talvez seja a fotografia que doi de tão bonita, talvez seja a excelente direcção dos actores, talvez seja o carisma da Miranda July em si, talvez seja mesmo a banda sonora, tão bela que nos faz esquecer da história de vez em quando,

A realização tem alguns vícios da arte digital, mas a ingenuidade estilística convence. A narrativa é bem fluida, as personagens densas, as interpretações são inacreditáveis - desde a Miranda July até o menino de uns 5 anos - o fantástico Brandon Ratcliff.

A Miranda July é um doce. Ela é assim uma espécie de "nerd" esquisitinha com uma voz semi-infantil, que eu queria levar para casa.

Quem não viu, tem que ver e pronto.

Nuno Pires disse...

Alan, vi e não achei assim tão genial, excepto os actores que são realmente fantásticos. Faz parte de um género interessante (o cinema independente americano) mas não se destaca.

wasted blues disse...

O habitante - sem dúvida essenciais para criar este retrato de família!

Joana C. - elogios agradecidos e retribuídos :) Também gostei de descobrir o teu cantinho!

alan smithee e Nuno - não vi o filme. Qundo vir logo digo em que lado da barricada estou ;)

Nuno Pires disse...

Wasted, não sei se reparaste mas este mês na Cinemateca há um ciclo "Diferentes e iguais" :)

tartaruga disse...

É um filme extraordinário! Dos melhores nos últimos tempos.

Pedro Duarte disse...

Adorei este filme!
Curiosamente vejo-o classificado como uma comédia.
Eu diria antes, um filme sério (no bom sentido do termo) em tom de comédia. Pois está cheio bom conteúdo e goza à brava com os clichés da sociedade americana mais conhecidos.

Estamos qs em Dezembro. Vamos ver se este será o meu filme do ano de 2006.

wasted blues disse...

Nuno - reparei ;)

tartaruga - uma bela surpresa que começou a chamar a atenção no Festival de Sundance!

Pedro Duarte - também não o classifico como uma comédia. Provoca-nos riso, sem dúvida, mas é o seu tom tom dramático que o torna tão especial.

magarça disse...

Despretencioso e divertido. Adorei!