22 julho 2006

Paul Auster aos quadradinhos

Paul Karasik e David Mazzucchelli, Cidade de Vidro, 2004

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Paul Auster, A Trilogia de Nova Iorque, 1985

"Foi uma chamada para o número errado que despoletou tudo, o telefone a tocar três vezes no silêncio da noite, e a voz do outro lado da linha a perguntar por alguém que não era ele. Muito mais tarde, quando foi capaz de pensar nas coisas que lhe aconteceram, concluiria que nada era real excepto o acaso. Mas isso foi muito mais tarde. No início, houve apenas o acontecimento e as suas consequências. Não se trata de uma questão de tudo poder ter acontecido de um modo diferente, ou de tudo estar já predestinado desde a primeira palavra proferida pela boca do interlocutor desconhecido. A questão é a história propriamente dita; e se tem ou não algum significado, não é à história que compete revelar isso."

Ambos editados por cá, pela Edições Asa. Ambos na minha mesinha-de-cabeceira.

4 comentários:

Thanatos disse...

Adoro o traço a preto-e-branco. Na minha opinião dá muito mais força às composições, focando a nossa atenção. E com o texto de Auster parece-me ser uma edição a considerar.

wasted blues disse...

Também gosto muito de BD a p/b. Lembro-me agora dos exemplos do Corto Maltese e Sin City.

Este livro comprei-o ontem. Fiquei logo fascinada com a ideia de ler parte da trilogia em BD.

alan smithee disse...

Não gostei da BD. O facto de não ser um incondicional de Paul Aster, pesou naturalmente no meu julgamento.

wasted blues disse...

Eu sou uma incondicional de Paul Auster! Tanto que bastou ver o nome dele na capa desta BD para ir a correr comprar o livro :)