Vi sim! Um bom bocado de "americana", mesmo como a gente gosta, com aquele cintilar nos olhos de todas as possibilidades em aberto no período pós-guerra.
E eu sempre que vejo anúncios da década de 50 dos EUA, ou vejo filmes dessa época não consigo deixar de me lembrar de Norman Rockwell.
É uma questão de associação de ideias.
Não deixa de ser curioso que "americana" te lembre Sirk, nascido alemão. Será que isso prova que os EUA não são uma nação mas uma mescla de indivíduos de todas as nações?
4 comentários:
Vi sim! Um bom bocado de "americana", mesmo como a gente gosta, com aquele cintilar nos olhos de todas as possibilidades em aberto no período pós-guerra.
"Americana" e anos 50... isto lembra-me Douglas Sirk (mais profundo do que parece).
E eu sempre que vejo anúncios da década de 50 dos EUA, ou vejo filmes dessa época não consigo deixar de me lembrar de Norman Rockwell.
É uma questão de associação de ideias.
Não deixa de ser curioso que "americana" te lembre Sirk, nascido alemão. Será que isso prova que os EUA não são uma nação mas uma mescla de indivíduos de todas as nações?
Realmente pode ser curioso, mas talvez a visão de outsiders nos diga mais a nós, também outsiders.
Outro exemplo... Ang Lee, de Taiwan, filma como ninguém a sociedade americana dos anos 70 em "A Tempestade de Gelo".
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