Oi Frances. Há muito que não te lia (épá esta expressão carrega uma certa carga erótica), mas acho que este post está um pouco ( Ok muitissimo) exagerado. O Cobain foi um daqueles casos empolados até à exaustão. O melhor trabalho dele era o que estava para vir e não o que já tinha sido feito. Ele hoje com certeza q estaria a tocar a solo numa linha melodica muito altenative-country com participações casuais do Michael Stipe, Ryan Adams, Josh Rouse etc( ou talvez não). Deixa o cobain...olha escreve sobre o ian curtis ou sobre o Lennon....olha nao escrevas sobre nenhum. Escolhe um vivo e de boa saúde. ;-) Algo menos deprimente, menos morbido. Que tal Nick Cave? Era uma boa.
Porque estaria muitíssimo exagerado se é a verdade? Porque escreveria eu sobre cantores que não me disseram nem metade do que Nirvana representou para mim na minha adolescência? Tinha 14 anos quando o Kurt Cobain morreu. Acredita... foi a primeira vez que senti a morte de alguém. É deprimente? Seja.
Para mim, na altura com 20 anos, a morte do Cobain apanhou-me apático e indiferente. O que foi para mim uma verdadeira surpresa e um sinal de que era o fim de uma era e o princípio de outra etapa na minha vida, algo distanciada do cizentismo e depressão que caracterizou o movimento grunge do início da década de 90. Continuei a usar as camisas de flanela e os jeans coçados, barba por fazer e cabelo despreocupado, por mais alguns anos. Mas no interior, algo tinha morrido ainda antes do desaparecimento do Kurt. Como que um presságio...
3 comentários:
Oi Frances.
Há muito que não te lia (épá esta expressão carrega uma certa carga erótica), mas acho que este post está um pouco ( Ok muitissimo) exagerado. O Cobain foi um daqueles casos empolados até à exaustão. O melhor trabalho dele era o que estava para vir e não o que já tinha sido feito. Ele hoje com certeza q estaria a tocar a solo numa linha melodica muito altenative-country com participações casuais do Michael Stipe, Ryan Adams, Josh Rouse etc( ou talvez não). Deixa o cobain...olha escreve sobre o ian curtis ou sobre o Lennon....olha nao escrevas sobre nenhum. Escolhe um vivo e de boa saúde. ;-)
Algo menos deprimente, menos morbido. Que tal Nick Cave? Era uma boa.
Porque estaria muitíssimo exagerado se é a verdade? Porque escreveria eu sobre cantores que não me disseram nem metade do que Nirvana representou para mim na minha adolescência? Tinha 14 anos quando o Kurt Cobain morreu. Acredita... foi a primeira vez que senti a morte de alguém. É deprimente? Seja.
Para mim, na altura com 20 anos, a morte do Cobain apanhou-me apático e indiferente.
O que foi para mim uma verdadeira surpresa e um sinal de que era o fim de uma era e o princípio de outra etapa na minha vida, algo distanciada do cizentismo e depressão que caracterizou o movimento grunge do início da década de 90.
Continuei a usar as camisas de flanela e os jeans coçados, barba por fazer e cabelo despreocupado, por mais alguns anos.
Mas no interior, algo tinha morrido ainda antes do desaparecimento do Kurt.
Como que um presságio...
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