18 janeiro 2005

O crepúsculo em combustão lenta...

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O crepúsculo em combustão lenta
Entre anjos e

E criaturas novas

A urgência do mundo
que bate o pé

A arte de ser
uma nova estrela

Os hóspedes tão desconhecidos
quanto influentes,
A teia e a aura:
Paralelas que talvez se encontrem.

1 comentário:

Anónimo disse...

Imagens, sons, cheiros. As manhãs em Cacilhas... com a venddora de chocolates envolta nos xailes, o pregão do jornaleiro, as castanhas assadas e por cima as gaivotas, volteando no vento abrupto vindo do rio.

Porque será que este teu poema me trouxe estas memórias? Porque será que insisto nestes comentários idiotas e sem rumo?

Deixar. São apenas impressões que sulcam os dias.